Marco Alfredo Mejìa OAB/RS 29.095 | Com mais de 25 anos de atuação no Tribunal do Jurí em todo Brasil.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

SUMÁRIO DO LIVRO 'ELEMENTOS DO JÚRI'

1. INTRODUÇÃO
1.1 Antecedentes históricos do júri

2. ELEMENTOS ESTRUTURAIS PARA A DEFESA EM PROCESSO DO JÚRI

3. DOS CRIMES ADJUNTOS AO JÚRI E A POSIÇÃO NA DEFESA E ANÁLISE DO AGENTE ATIVO

4. DAS ANÁLISES DO CONJUNTO PROBATÓRIO
4.1 Subjetividade do corpo de jurados e testemunhas, vítimas, réu, pessoas do plenário

5. REFLEXÕES SOBRE A LEI DO JÚRI

6. A ESCOLHA DA TESE A SER USADA NO PLENÁRIO
6.1 Debates no plenário do júri
6.2 O representante da defesa falará sempre depois da acusação

7. PROCESSOS DE COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DO JÚRI

8. DA LEI ESPECIAL DO JÚRI: SUA INSTRUMENTALIDADE NA PRÁXIS PROCESSUAL

9. OS APARTES

10. O CRACK

11. ESCOLAS PENAIS

12. DO QUESTIONÁRIO
12.1 Quesitos
12.2 Da fadiga quanto à apregoação dos quesitos para os jurados

13. CLAREZA E OBJETIVIDADE DOS QUESITOS
13.1 Tentativa de homicídio
13.2 Materialidade
13.3 Do homicídio simples
13.4 Do homicídio privilegiado
13.5 Tentativa de homicídio qualificado
13.6 Veneno
13.7 Explosivo
13.08 Do homicídio qualificado

14. DA DESQUALIFICAÇÃO DO HOMICÍDIO QUALIFICADO PARA HOMICÍDIO CULPOSO

15. HOMICÍDIO COM A TESE DE LEGÍTIMA DEFESA

16. TESE DE LEGÍTIMA DEFESA PUTATIVA E LEGÍTIMA DEFESA POR EXCESSO DOLOSO OU CULPOSO
16.1 Legítima defesa de terceiros

17. DESCLASSIFICAÇÃO POR EXCESSO CULPOSO

18. INFANTICÍDIO

19. TENTATIVA DE INFANTICÍDIO

20. HOMICÍDIO POR EMBRIAGUEZ

21. INDUZIMENTO AO SUICÍDIO

22. HOMICÍDIO
22.1 Tese de participação de menor importância

23. ARREPENDIMENTO EFICAZ

24. DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA

25. ERRO NA EXECUÇÃO

26. SEMI-IMPUTABILIDADE

27. EMBRIAGUEZ NÃO COMPLETA

28. GESTOS E POSTURAS DO CORPO
28.1 Linguagem do júri

29. DA VOZ E SUA ENTONAÇÃO NO PLENÁRIO

30. CASUÍSTICAS DO JÚRI
30.1 Elementos essenciais para defesa e acusação do processo
30.2 Local do crime

31. DO MOVIMENTO NO CENÁRIO DO CRIME REALIZADO PELOS PARTICIPANTES

32. DOS ESTUDOS DA TRAJETÓRIA DO PROJÉTIL E SUA ATUAÇÃO NO CORPO

ANEXO I. CASOS DE JÚRI

ANEXO II. JURISPRUDÊNCIAS

REFERÊNCIAS
 

sexta-feira, 6 de abril de 2018

FOGO EM HOSPITAL DE LAJEADO/RS

DEFESA ALEGA QUE HOMEM AGIU EM   "ESTADO DE NECESSIDADE"


O advogado de defesa de Jairo Oliveira Camargo, 51 anos, apontado pela polícia como autor do incêndio na recepção do pronto socorro do Hospital Bruno Born, em Lajeado, no Vale do Taquari, alegou inocência de seu cliente. Conforme Marco Mejìa, o homem negou a acusação e, mesmo que venha a ser indiciado pelo crime, teria agido em estado de necessidade após passar o dia com o filho doente esperando atendimento.
- Mesmo se fosse verdadeira a acusação, ele agiu em estado de necessidade, pois tentou atendimento médico e não  conseguiu. Ele não assumiu (ser autor do crime), só que ele está preso por isso. Independentemente do ato em si, mesmo que fosse verdade, está dentro de uma excludente de culpabilidade. É a mesma coisa que legítima defesa - alegou Mejìa. Em nota, o hospital informou que o filho de Camargo recebeu atendimento no mesmo dia na Unidade de Pronto Atendimento e também no hospital.
Camargo está preso previamente desde segunda-feira. Conforme o delegado Juliano Stobbe, responsável pela investigação, o homem deve ser indiciado em até 10 dias. Camargo tem antecedentes por roubo e responde pelo homicídio do senegalês Cheikh Tidiane, ocorrido em Fevereiro de 2016 em Caxias do Sul, na Serra.

Fonte: Zero Hora
Quarta-Feira, 4 de Abril de 2018





sexta-feira, 23 de março de 2018

ADVOGADO CRITICA CORREGEDORIA POR INDICIAMEN

DEFENSOR DO MESTRE DE MAGIA PRESO EQUIVOCADAMENTE DIZ QUE
MOACIR FERMINO FOI POUPADO

O indiciamento do delegado Moacir Fermino por falsidade ideológica e corrupção de testemunhas pela Corregedoria da Polícia Civil (Cogepol), na sexta-feira passada, foi classificado como "brando" pelo advogado Marco Mejìa. Ele defende o mestre de magias Silvio Rodrigues, que chegou a ser preso por Fermino com base em depoimento falso de testemunhas, que apontaram o envolvimento dele na morte de duas crianças, encontradas esquartejadas em Novo Hamburgo. Apuração da Cogepol comprovou que a história era uma farsa.

Mejìa observa que, caso seja condenado apenas pelos crimes apontados no indiciamento, o delegado poderá cumprir a pena em regime semiaberto, com chance de conversão em prestação de serviços à comunidade - juntos, os delitos têm a pena que varia entre quatro e nove anos.

No entendimento do advogado, Fermino - que disse ter sido ajudado por "revelações divinas" ao longo da investigação - deveria responder por outros seis crimes (leia abaixo), os quais serão listado em notícia-crime a ser remetida por Mejìa ao Ministério Público (MP).

- A polícia agiu de forma leniente. A corregedoria foi branda demais para um agente público - considera o defensor de Rodrigues, que deve solicitar acesso ao inquérito ainda nesta semana.

COGEPOL REAFIMA "TRABALHO TÉCNICO"

O corregedor-geral da Polícia Civil, Marcos Meirelles, afirmou que a apuração do órgão foi fruto de "trabalho técnico e incansável" que será avaliado por MP e Judiciário. Ele ressaltou também que o resultado divulgado na sexta-feira diz respeito ao inquérito principal e que novas apurações poderão ser abertas caso necessário.


SEIS CRIMES

O delegado Moacir Firmino foi indiciado por falsidade ideológica e corrupção de testemunhas. 
A defesa do mestre de magias aponta outros delitos.
  • Tortura - Segundo o advogado Marco Mejìa, o mestre de magias ficou por mais de uma semana na carceragem da Central de Polícia, sem possibilidade de contatar sua defesa. Também não foi fornecida alimentação - que era entrega por familiares -, ou possibilidade de higiene ou banho de sol.
  • Discriminação religiosa - O delegado Fermino teria incorrido no crime ao afirmar que as crianças foram mortas em ritual de magia, conforme Mejìa, denegrindo religiões de matriz africana.
  • Falsificação de documentos - Segundo Mejìa, policiais que fizeram buscas no sítio de seu cliente abriram um cofre à procura de uma máscara e uma capa, que teriam sido usadas no suposto ritual, mas nada teria sido achado no guarda-volumes. No relatório policial, contudo, é dito que os objetos estariam ali, ainda segundo a defesa. Mejìa também considera que Fermino mentiu ao afirmar que as crianças foram mortas no Templo de Lúcifer, em Gravataí. Buscas foram feitas no terreno, mas apenas ossos de animal foi encontrado.
  • Falso testemunho - O crime teria ocorrido com a oferta de vantagens para que testemunhas mentissem. Na sexta-feira, a Cogepol informou que Fermino chegou a consultar uma testemunha para que modificasse o depoimento. Ela disse ter visto sacos pretos na casa de um dos investigados, mas os corpos foram localizados em plásticos azuis.
  • Denunciação caluniosa - Por se dizer em inquérito que sete pessoas participaram da morte das crianças.
  • Formação de quadrilha - Pela participação de Fermino, de um informante dele e de três testemunhas que mentiram à polícia.


Fonte: Zero Hora
Quarta-Feira,
21 de Março de 2018




terça-feira, 13 de março de 2018

REPORTAGEM EXCLUSIVA PARA BBC BRASIL - CASO IGREJA UNIVERSAL

GAÚCHA VENCE BATALHA NA JUSTIÇA PARA RECUPERAR BENS DOADOS À IGREJA UNIVERSAL: "LAVAGEM CEREBRAL"

Por Letícia Mori
Da BBC Brasil em São Paulo




A gaúcha Carla Dalvitt estava com problemas financeiros quando começou a frequentar a Igreja Universal do Reino de Deus, onze anos atrás. A pequena loja que tinha com o marido estava com pouco movimento, e havia várias prestações para pagar - ela e o marido, João Henrique, tinham acabado de comprar um Palio para levar o filho pequeno dos dois à escola. O casal queria construir uma casa, mas, sem dinheiro, estava morando na residência dos pais dela.

Mas o que ela esperava que representasse uma saída para sua crise pessoal acabou se tornando um pesadelo, conta hoje. Carla diz que foi coagida pela congregação religiosa a doar a ela tudo o que tinha e acabou ficando sem dinheiro, sem carro e mal falada na pequena cidade onde mora, Lajeado, no interior do Rio Grande do Sul.

Ela afirma que mudou de ideia logo em seguida, mas que a igreja se recusou a devolver sua doação. Foi quando decidiu entrar, ao lado do marido, com uma ação judicial contra a Universal pedindo de volta os valores dos bens e uma indenização por danos morais.

Em 2012, o grupo religioso foi condenado a pagar uma indenização de R$ 20 mil e devolver o valor de parte dos bens que a gaúcha diz ter doado. A igreja recorreu, e o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ), corte na qual o recurso da igreja foi negado em uma decisão na semana passada. Ainda cabem novos recursos.

Procurada pela BBC Brasil para comentar o caso, a Igreja Universal do Reino de Deus não respondeu às perguntas feitas pela reportagem. Enviou uma nota dizendo que "o dízimo e todas as doações recebidas pela Universal seguem orientações bíblicas e legais, e são sempre totalmente voluntários e espontâneos".

'FOGUEIRA SANTA'

Carla conta que resolveu começar a frequentar os cultos após ver pastores falando na TV. "Eram mensagens positivas, de esperança, prosperidade. Tinha muitos depoimentos de gente que falava que tinha saído da crise, gente que dizia que devia à igreja tudo o que tinha", diz.

A gaúcha também conhecia pessoas que frequentavam a igreja - e falavam sempre bem.Seu marido não a acompanhava, mas também não se opunha à atividade religiosa da mulher.


Ela diz que as doações que fez à Igreja começaram com o dízimo. O problema, afirma, é que não pararam por aí.

"Eles diziam que você tinha que dar 10% de tudo o que você ganhava, e que tudo o que você desse, ia receber de volta", conta. "O problema é que tinha um evento especial, a Fogueira Santa, onde as pessoas iam e doavam casa, carro. E eu não sei o que me deu... Eu estava desesperada."

Carla afirma que havia um evento em que os fiéis faziam promessas de doações, no qual ela disse que entregaria suas posses à Igreja.

"Depois disso eu fiquei da dúvida, pensei em desistir. Mas eles sempre falavam que tinha uma maldição para quem prometeu e não doou, que a pessoa ia ser amaldiçoada", diz. "E eu fiquei pensando na maldição, com medo da maldição."

Carla então vendeu o carro por um valor bem baixo do valor de mercado - já que o comprador teria que pagar o resto das prestações - e doou o dinheiro à igreja.

E deu também, segundo ela, um colchão, um computador, dois aparelhos de ar condicionado que vendia em sua loja, joias, um fax, uma impressora e alguns móveis de cozinha que sua mãe havia acabado de comprar. Tudo isso escondido da família.

NUVEM NEGRA

"Aí, quando cheguei em casa, que meu marido descobriu, aí que me deu um chacoalhão, que eu acordei. Não sei o que tinha aconteceu, eu estava mesmo... Era como se eu tivesse sofrido uma lavagem cerebral. Como se tivesse uma nuvem preta sobre minha cabeça, e quando meu marido conversou comigo ela foi embora. Me senti muito mal", afirma.

A gaúcha diz que nenhum dos outros itens foi devolvido. "A gente implorou, insistiu muito, mas eles disseram que não iam devolver."



Ela então registrou um boletim de ocorrência e procurou um advogado.

"Já fui procurado por pessoas com casos parecidos, mas nem todo mundo tem coragem de seguir com o processo - é demorado e desgastante. Ela foi muito corajosa", afirma Marco Alfredo Mejìa, advogado de Carla no caso.

"Eu jamais teria entrado na Justiça se eles tivessem me devolvido na hora", argumenta ela.

No processo, a Igreja Universal se defende dizendo que não há comprovação da doação de itens como as joias e o dinheiro do carro - o que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul acatou. A entrega dos celulares, da impressora e dos aparelhos de ar condicionado, no entanto, foi comprovada, e o tribunal entendeu que se tratava de "coação moral irresistível" e "abuso de direito", por isso estipulou a indenização.

A decisão foi confirmada pelo STJ na semana passada, mas a igreja ainda pode recorrer.

A gaúcha afirma que, além do grande prejuízo financeiro, todos na cidade ficaram sabendo do caso, o que a prejudicou muito. Ela acabou fechando a loja que tinha. Ficou sem carro, sem dinheiro, sem negócio - ou seja, em uma situação pior que a de antes.

"Por sorte uma pessoa de bom coração me deu um emprego de vendedora e, aos poucos, eu fui reconstruíndo. Antes teria dado também, mas eu estava desesperada e fui enganada. Quem abriu meus olhos foi o meu marido, ele me disse que Deus não ia colocar maldição em ninguém, que Deus não faz isso. E ele tem razão", diz Carla.

Ela hoje diz acreditar em Deus - mas não ter mais nenhuma religião.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS É CONDENADA PELO STJ

O Superior Tribunal de Justiça negou o recurso de uma Igreja Universal do Reino de Deus do RS e manteve a sentença que obriga o templo a pagar R$ 20.000,00 em indenização a uma fiel, por coação para doação de dízimo. Carla D. disse que passava por um momento de fragilidade emocional e que se aproveitando disso, o Pastor da Igreja a coagiu a fazer doações de bens e dinheiro, como dízimo, em troca de uma retribuição divina, que a ajudaria a superar aquele momento difícil. A mulher chegou a entregar celulares, ar condicionado, uma cozinha inteira, aparelho de fax e impressora para a Igreja. Além disso, chegou a vender por R$ 5.000,00 um carro que valia R$ 15.000,00 e doou a quantia para igreja. A Universal da cidade de Lajeado/RS já tinha sido condenada em primeira instância no Tribunal de Justiça do estado e agora a sentença foi confirmada por unanimidade na 3ª Turma do STJ. Além da indenização de R$ 20.000,00 a Igreja terá que restituir os bens doados ou pagar o valor correspondente. O advogado de Carla D. - Marco Alfredo Mejìa, explica que a situação só não foi pior, porque o marido dela notou o que estava acontecendo e impediu novas doações. 

"Ela estava num grau de depressão e justamente pelo grau de depressão, mostramos que eles se aproveitaram da fragilidade dela, e ela só não passou o carro, passou os móveis e se desse ela ia passar até a casa, só que naquele momento da transferência da casa o marido chegou e conseguiram evitar, foi tudo questão de uma semana. Explica Dr. Marco Alfredo Mejìa"

No recurso, a Universal alegou que a vulnerabilidade emocional da mulher só poderia ser comprovada por um perito psiquiatra, mas os Ministros do STJ concluíram que a Justiça Gaúcha considerou a extensa prova testemunhal pra concluir pela ocorrência de vício de doação, ainda cabe recurso. Procurada pela CBN a Igreja não respondeu. 
De Brasília, Natália Zorzo


Edir Macedo

Justiça manda igreja de Edir Macedo pagar indenização a ex-fiéis: "coação moral" - Fonte DCM



Mercado da Fé - STJ mantém condenação e igreja pagará R$ 20 mil a casal coagido a doar bens

A Igreja Universal do Reino de Deus terá de pagar R$ 20 mil por danos morais a um casal que diz ter sido coagido a doar seus bens para a igreja. A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve nesta terça-feira (27/02), por unanimidade, a condenação do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. 

A instituição foi ao STJ com Recurso Especial, mas, segundo os ministros, este não seria o instrumento apropriado para analisar a voluntariedade ou não da doação dos fiéis, já que, para tanto, seria necessário rever provas dos autos, esbarrando na Súmula 7 da corte. 

Marido e Mulher deram aos pastores da igreja celulares, impressora, aparelho de fax e aparelho de ar condicionado. A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, diz que não há como afastar as conclusões do segundo grau, que estão fundamentadas em provas testemunhais, tanto em relação à existência de danos extrapatrimoniais quanto ao valor da sua reparação.

A igreja alega no recurso que doação é um ato lícito e questiona a condenação com base exclusivamente em prova testemunhal. A ministra lembra que as doações religiosas, de todas as matrizes são um componente essencial da liberdade de consciência e de crença, garantida pela Constituição, mas no caso, "as doações, conforme as provas, foram resultado de coação moral irresistível, sob ameaça de sofrimento e condenação espiritual" afirma a decisão.

Fonte: CONJUR
Por: Marcelo Galli

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

KRAV MAGÁ - DEFESA CONTRA VIOLÊNCIA = LUTA PELA LIBERDADE


Mestre Kobi Lichtenstein e Marco Alfredo Mejìa

Depois da minha troca de faixa no Krav Magá, foi uma honra ter adquirido o livro com a dedicatória do Mestre Internacional Kobi Lichtenstein, deixando sua dedicatória. Ele foi um dos 13 alunos especialmente preparados por Imi, para difundir o Krav Magá pelo resto do mundo.





A proposta desta obra é apresentar aspectos ainda pouco conhecidos do Krav Magá, a técnica de defesa pessoal israelense. Nele Kobi Lichtenstein oferece um pouco da história do Krav Magá, da história do seu criador Imi Lichtenfeld, da sua filosofia, além de alguns de seus movimentos - ilustrados por sequências de fotografias.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ENTREVISTA COM SÍLVIO FERNANDES RODRIGUES

Sílvio Fernandes Rodrigues, que ficou conhecido como "O Bruxo" fala sobre perseguição religiosa após receber liberdade.


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

XADREZ - TEORIA DOS JOGOS = DEFESA CRIMINAL

GM de Xadrez Sr. Veselin Topalov e Dr. Marco A. Mejìa

Relembrando tempos do Xadrez e das competições estaduais. Uma grata felicidade de encontrar o Grande Mestre Topalov no torneio de Xadrez no Rio Grande do Sul, sendo ele Campeão Mundial pela FIDE em 2005 - 2006.



GM Veselin Topalov

Veselin Topalov, seu rating em agosto de 2015 é 2816, estando agora empatado com Anand para segundo lugar no ranking mundial. "Grandes Jogos Topalov vs Karpov - 1998" 

Para mim, um dos melhores jogos do GM Topalov! (Mejìa)

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

1º JÚRI DA BRILHANTE CARREIRA NA TRIBUNA

Dr. Marco Alfredo Mejìa em seu 1º Júri

A foto tirada no ano de 1989 em Porto Alegre/RS registra o 1º Júri do Dr. Marco Alfredo Mejía.


OUTRO AMOTINADO EM JULGAMENTO

Começou às 9h de ontem e se estendeu à madrugada de hoje, o julgamento do preso Paulo Ricardo Silveira roeppel, o Paulinho Escort, por sua participação no motim do Presídio Central, em 28 de julho de 1987, quando oito apenados fugiram após manterem, por várias horas, 31 pessoas como reféns. O júri foi presidido pelo juiz Gaspar Marques Batista. Atuou na acusação o promotor José Pedro Machado Keunecke e na defesa, o advogado Carlos Schröder. Antes, Escort, já haviam sido julgados por terem participado do motim, Humberto Luciano Braz de Souza, o Carioca (condenado a 26 anos e morto na semana passada na Penitenciária do Jacuí), Silvino Vogel, o Frida (condenado a 41 anos de prisão) e Camilo da Silva Mello, o Camelinho (que recebeu uma pena de 36 anos).

Crédito: Luiz Armando Vaz/Zero Hora

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

SOLTURA DO "MESTRE DE MAGIA" GRAVATAÍ/RS

ACUSADO DE BRUXARIA, SÍLVIO FERNANDES RODRIGUES POSTO EM LIBERDADE.


Na madrugada dessa quinta-feira, os advogados de defesa do "Mestre de Magia, sacerdote do templo de Lúcifer", foi posto em liberdade, vitória da banca Mejìa Advogados.
Todas as testemunhas falsarias, nosso cliente foi preso de forma injusta.

Dr. Zeca Lucca, Sr. Ereneo, Dr. Marco A. Mejìa
Satisfação e certeza do dever cumprido.Profissionalismo acima de tudo. Agradeço a todos que acreditaram no trabalho da Banca Mejìa Advogados e para aqueles que duvidavam, a verdade veio à tona e a justiça prevaleceu. A lei do retorno é fantástica, ela devolve o sucesso para quem merece.




G1

Suspeitos não tinham nenhuma relação com assassinatos de crianças no RS, dizem advogados; 'processo é falho'

Advogado Marco Alfredo Mejìa, que defende Sílvio Fernandes Rodrigues, líder do templo religioso localizado em Gravataí, entende que houve 'discriminação religiosa' na origem das investigações.


Por Luã Hernandez e Janaína Lopes, G1 RS
07/02/2018 22h17




https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/suspeitos-nao-tinham-nenhuma-relacao-com-assassinatos-de-criancas-no-rs-dizem-advogados-processo-e-falho.ghtml

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

PONTOS DE VENDA DO LIVRO 'ELEMENTOS DO JÚRI'

Você encontra o livro "Elementos do Júri" disponível nas seguintes livrarias:




LIVRARIA CASA DO ADVOGADO

Porto Alegre/RS 

Matriz
Rua Riachuelo, 1293 - Centro
(51) 3286-2593

Filial Fórum
Rua Celeste Gobbato, 150 - Praia de Belas
(51) 3286-3602 | (51) 3228-0411


Dr. Marco A. Mejìa e Paulo Ricardo Calsing






LIVRARIA VITROLA LAJEADO

Lajeado/RS

Shopping Lajeado, BR 386, KM 346
@LivrariaVitrolaLajeado
(51) 3748-7183









COMETA LIVRARIA + PAPELARIA


Lajeado/RS
Rua Júlio de Castilhos, 745 - Centro
(51) 3011-2603

Av. Benjamin Constant, 1469 - Centro
(51) 3011-2606

Santa Cruz do Sul/RS
Rua Júlio de Castilhos, 255 - Centro
(51) 3711-6522







SARAIVA

No site da Saraiva além do Livro, você também consegue comprar a versão e-book.



terça-feira, 30 de janeiro de 2018

LIVRO 'ELEMENTOS DO JÚRI' E LEITORES

Elementos do Júri é uma obra voltada para a compreensão da Justiça em movimento, em que membros do povo vão ter muitas vezes o primeiro contato com juízes, advogados e promotores no plenário. O Brasil é um dos países de mais elevados índices de homicídios do mundo, superando guerras contemporâneas em termos de mortes. Com tal problema emblemático que nos atinge, mais e mais pessoas sentem interesse de compreender a técnica e práxis de um Plenário do Júri por mera curiosidade ou anseio profissional. Este livro tem por finalidade desmistificar o alto grau de complexibilidade que muitos imaginam que possam existir no Tribunal do Júri. Sua leitura permite que todos possam fazer um bom Plenário do Júri, desde que adotados esses elementos fundamentais. Além do aspecto teorético - história, quesitos, linhas de defesa, cenário do crime, análise da eloquência grega -, a presente obra é aliada à experiência que o autor teve em grandes julgamentos nacionais (defensor de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, caso Eliza Samudio) e mais de mil júris realizados ao longo de trinta anos de paixão pelo Plenário do Júri.



SOBRE O AUTOR

Militante há décadas na área criminal, teve a vida voltada à defesa e atuação no Plenário do Júri. Oriundo de escolas públicas, ingressou no mestrado em Filosofia da PUC e logo mais no doutorado na UBA (Universidades de Buenos Aires). Filho de imigrante, teve jornada profissional realizando júris nos estados do Brasil de Norte a Sul. Atualmente tem um programa de TV no interior do Rio Grande do Sul - Fala Jurídica. Por fim, não sendo diferente, foi várias vezes campeão estadual e campeão sul-americano de jiu-jítsu.






                            




A foto abaixo registra o momento em que os presentes advogados fizeram júris de Marco Aparecido do Santos (Bola), no estado de MG. Grandes advogados que fazem parte da história do júri nacional.

Da esquerda para direita: Marco Alfredo Mejìa, Lucas Sá, Fernando Magalhães, Zanone Manuel de Oliveira, José Gaudêncio Cunha, José Gaudêncio Júnior, Américo Lins Leal, Érico Quaresma Firpe.

https://pt-br.facebook.com/confrariacriminal/


A ideia de escrever um livro voltado para um instituto tão complexo como o Tribunal do Júri ocorreu justamente com estudantes e profissionais da área jurídica que gostariam de conhecer com detalhes como um advogado, promotor poderia sustentar com tranquilidade as teses numa tribuna com uma retórica consistente. Dentro dessa visão, o presente livro tem por finalidade demonstrar que é possível qualquer pessoa atuar no Plenário do Júri desde que siga certos elementos fundamentais. Para isso, o escrito apresenta um pouco da história do Júri, uma abordagem jurídica, análise jurisprudencial, estudos de quesitos, escolhas de tese, como postar o corpo e voz no plenário - seguindo orientação clássica dos oradores gregos. Por fim, temos leves histórias de júris realizados, fazendo com que o leitor viva um pouco do cenário do tribunal. Elementos do Júri vem demonstrar que nada há de impossível para a realização do plenário, bastando uma pitada de estudo neste livro, uma pitada de dedicação e uma grande porção de amor ao plenário, que certamente se atingirá com plenitude a eloquência na Tribuna do Júri com sucesso.

LEITORES


Livro Elementos do Júri, andando pela América!
Agora nas mãos do Patriarca!

Obrigado por um excelente presente!! Já curtindo elementos do julgamento com júri, em Quito-Equador!! Parabéns pela publicação desta grande obra por parte de um prestigiado profissional do Direito na Rio Grande do Sul - Brasil!!!
Sr. Marco Alfredo Yepez


"Elementos do Júri, obra indispensável da pena, do advogado criminalista, amigo e irmão Marco Alfredo Mjía"
Dr. Érico Quaresma Firpe


"Um dos vultos da nova Escola do Jurí Nacional"
Dr. Zanone Manuel de Oliveira


"Direto de Lajeado-RS. É com júbilo que recebo a obra do Mestre, Marco Alfredo Mejìa. Um escrito que será de grande valia para os apaixonados pelos embates na porfia do argumento, tendo em vista a sua experiência adquirida ao longo de diversas atuações no plenário do Júri. Os ensinamentos e casos ocorridos nas sessões de julgamento no tribunal do povo, na arena da palavra. E com prefácio de um dos melhores Criminalistas do país, o Dr. Quaresma".
João Cleto Nunes


"Com muita satisfação entregando meu livro, ao Dr. Jonhson, Juíz de Direito do Rio Grande do Sul"
Juíz de Direito Dr. Luiz A. de Abreu Johnson e Dr. Marco A. Mejìa


"Um dos grandes advogados de Minas Gerais, Dr. Fábio Rodrigues, com o livro Elementos Do Júri é uma verdadeira honra!"
Dr. Fábio Rodrigues


"Dr. Marco Alfredo Mejìa chegou hoje em solos "Rondonienses" sua obra, creio que será de grande valia (Para todos os amantes e estudiosos do Tribunal do Júri), pois em poucas páginas lidas compreende-se o valor do escrito... agradecido pela dedicatória, muito obrigado... (tiragem 00001)"
Dr. Auri José



"Mais faceiro que guri de bombacha nova".
Diogo Lauermann



"Agradeço ao brilhante colega e amigo Marco Alfredo Mejìa pelo presente com o qual fui agraciado hoje (exemplar do seu excelente livro 'Elementos Do Jurí'). Parabéns pela ótima obra!
Dr. Daniel Lima

"Um bate-papo muito proveitoso com o Dr. Marco Alfredo Mejìa. Agradeço e parabenizo o amigo e colega pela obra. fruto de décadas de trabalho Brasil a fora".
Dr. Anderson Cruz e Dr. Marco Alfredo Mejìa














"Um presente que lerei e guardarei com muito carinho.
Uma obra de excelente qualidade, e que é de extrema utilidade para não só criminalistas, como qualquer estudante de Direito que tem amor à área penal, com enfoque na tribuna".
Lucas Jaeger


"Fiquei muito feliz ao ter a ciência que fui citado em um dos melhores livros sobre o Tribunal do Júri do país. Da lavra do meu padrinho de Júri o Dr. Marco Alfredo Mejìa, indico para todos a aquisição da obra aos que querem entender de fato sobre o Tribunal do Júri".
#amoadvogar #MejiaPadrinhode Juri #bestLivro
Dr. Anderson Gama

"Livro do irmão Marco Mejìa, sobre Tribunal do Júri.
A foto foi tirada durante o julgamento do caso Eliza Samúdio, quando defendíamos Marcos Aparecido dos Santos".
Dr. Lucas Sá


"Acabou de chegar de Lajeado - RS!!! Livro Elementos do Júri! Aproveito para agradecer e também parabenizar o Dr. Marco Alfredo Mejìa!
Obra essencial para os apaixonados pelo tribunal do júri!!
Priscila Martins Dias

"Finalmente chegou! Grato ao Dr. Marco Alfredo Mejìa!!!
Agora vamos à leitura e aos júris! Já fica a dica aos amigos de um livro diferenciado, sobre Tribunal do Júri".
Dr. Guilherme Espíndola Kuhn


"Marco Alfredo Mejìa, meu amigo, recebi agora o livro.
Começo a leitura hoje, obrigado, parabéns pela obra.
Grande abraço".
Dr. Eledi Amorim Porto


"A vida traz boas novas sempre e boas conversas! Tributo as Júri".
Dr. Evandro Mariani, Dr. Marco A. Mejìa, Dr. AE Fagundes e Dr. Zeca Lucca


"Obrigado Dr. Marco Alfredo Mejìa, o livro tão esperado chegou. Excelente obra para os apaixonados pelo tribunal do júri".
Dr. Tiago Silva


"Com meu amigo Léo Katz, discutindo política prisional, juntamente com o livro Elementos do Júri!"
Sr. Léo Katz e Dr. Marco A. Mejìa

"Meu grande incentivador literário, e um sábio amigo, 
Carlos Lagemann, o primeiro a colocar na minha mente a importância da escrita! Obrigado Carlão!"
Dr. Marco A. Mejìa e Carlos Lagemann


"Visita ilustre no escritório dos amigos leitores Sra. Jussara Machado e Sr. Gaspar Arnold. Desejo a vocês uma boa leitura" Grande abraço"



"Importante momento para um próspero início de carreira.
'Pabliane Fischer Ody'. Obrigada meu amigo Marco Alfredo Mejìa.
Greice Fischer


"Um dos mestres da Tribuna do Júri do Rio Grande do Sul Dr. Flávio Ferri, um grande exemplo! Com meu livro 'Elementos do Júri'. Abraço grande amigo!
Dr. Flávio Ferri e Dr. Marco Alfredo Mejìa.