OPERAÇÃO REVELAÇÃO: CASO BRUXO
O MAIOR ERRO HISTÓRICO DE UM DELEGADO NO BRASIL
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| PREFÁCIOS DE DR. AMÉRICO LINS LEAL E DR. ZANONE MANOEL DE OLIVEIRA JÚNIOR |
O livro mostra a realidade de como está a nossa Justiça, com o envolvimento de servidores, juízes, promotores e delegados de polícia. Em uma breve investigação policial de cunho sensacionalista, aliada a alguns órgãos de imprensa, a Justiça transformou, num primeiro momento, a morte de duas crianças em oferendas de rituais macabros.
Por meses a inquisição medieval aportou no Rio Grande do Sul, transformando os agentes públicos que atuaram no processo em seres sem o mínimo de noção de justiça. E pior que isso, fortalecendo a falsa acusação juntamente com a mídia nacional. Paralelamente e de forma sutil, nesse interim o "bruxo" estava preso havia dias na masmorra de uma delegacia, sem direito a qualquer forma de tratamento humano e jurídico. As provas da prisão, numa breve leitura do processo, eram um aberração jurídica, confirmada pelas palavras proferidas pelo delegado afirmando que a descoberta do criminoso deu-se por "revelação divina"!
Nesse fundamento teológico condenatório, no qual estão centrados um bruxo que louva anjos diabólicos, todos foram convencidos, menos a defesa. O livro mostra a trajetória dos somatórios de erros judiciais que levaram à condução de uma intrigante injustiça, a qual novamente parece ter vindo dos tempos remotos de Lúcifer.
O maior desafio do criminalista é, antes de tudo, solucionar problemas de crimes capitais, usando toda a sua capacidade intelectiva para chegar a algum sentido de razoabilidade diante do processo criminal estabelecido. O livro em questão traz algo incabível nos dias de hoje, a falsa acusação pela morte de duas crianças, esquartejadas, possivelmente originárias da Argentina, e aponta uma seita religiosa e seu líder como sendo o responsável pela tragédia.
Não bastasse isso, até os dias de hoje o mundo virtual e suas plataformas sociais não conseguiriam reparar os danos dessa falsa acusação que, partindo de um delegado criminoso, teve o sucesso de montar um inquérito cheio de falsetas, não tendo rigor técnico obrigatório diante de um processo deste calado; e por outro lado, o promotor e um juiz em vez de serem analíticos , foram os mais tendenciosos e injustos possíveis, determinando a prisão do réu.
Todo o processo judicial e investigativo foi fundamentado em declarações e provas consideradas pelo delegado como "revelações divinas". Tudo isso levou ao maior erro policial e judicial ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul e no Brasil.
A presente obra tem por finalidade deixar registrado o que não se deve fazer num processo investigativo. Partindo de um delegado criminoso, serve de exemplo como não se deve atuar em posições erráticas e não estudadas de um promotor público, e por fim o que um juíz não pode despachar sem ter o mínimo conhecimento de um processo de homicídio e suas relações de causa e efeito. Este escrito mostra a prova de que por mais singelo que seja o defensor, contrariando a todos e a tudo, pode destruir teses e falsas conduções erradas de agentes públicos e restabelecer a justiça, mostrando para todos o maior erro investigativo e judicial da história recente do Brasil.
Por meses a inquisição medieval aportou no Rio Grande do Sul, transformando os agentes públicos que atuaram no processo em seres sem o mínimo de noção de justiça. E pior que isso, fortalecendo a falsa acusação juntamente com a mídia nacional. Paralelamente e de forma sutil, nesse interim o "bruxo" estava preso havia dias na masmorra de uma delegacia, sem direito a qualquer forma de tratamento humano e jurídico. As provas da prisão, numa breve leitura do processo, eram um aberração jurídica, confirmada pelas palavras proferidas pelo delegado afirmando que a descoberta do criminoso deu-se por "revelação divina"!
Nesse fundamento teológico condenatório, no qual estão centrados um bruxo que louva anjos diabólicos, todos foram convencidos, menos a defesa. O livro mostra a trajetória dos somatórios de erros judiciais que levaram à condução de uma intrigante injustiça, a qual novamente parece ter vindo dos tempos remotos de Lúcifer.
O maior desafio do criminalista é, antes de tudo, solucionar problemas de crimes capitais, usando toda a sua capacidade intelectiva para chegar a algum sentido de razoabilidade diante do processo criminal estabelecido. O livro em questão traz algo incabível nos dias de hoje, a falsa acusação pela morte de duas crianças, esquartejadas, possivelmente originárias da Argentina, e aponta uma seita religiosa e seu líder como sendo o responsável pela tragédia.
Não bastasse isso, até os dias de hoje o mundo virtual e suas plataformas sociais não conseguiriam reparar os danos dessa falsa acusação que, partindo de um delegado criminoso, teve o sucesso de montar um inquérito cheio de falsetas, não tendo rigor técnico obrigatório diante de um processo deste calado; e por outro lado, o promotor e um juiz em vez de serem analíticos , foram os mais tendenciosos e injustos possíveis, determinando a prisão do réu.
Todo o processo judicial e investigativo foi fundamentado em declarações e provas consideradas pelo delegado como "revelações divinas". Tudo isso levou ao maior erro policial e judicial ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul e no Brasil.
A presente obra tem por finalidade deixar registrado o que não se deve fazer num processo investigativo. Partindo de um delegado criminoso, serve de exemplo como não se deve atuar em posições erráticas e não estudadas de um promotor público, e por fim o que um juíz não pode despachar sem ter o mínimo conhecimento de um processo de homicídio e suas relações de causa e efeito. Este escrito mostra a prova de que por mais singelo que seja o defensor, contrariando a todos e a tudo, pode destruir teses e falsas conduções erradas de agentes públicos e restabelecer a justiça, mostrando para todos o maior erro investigativo e judicial da história recente do Brasil.

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